quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Dicotomia de Sentir versus Pensar



Metade dos nossos erros na vida nascem do facto de sentirmos quando devíamos pensar e pensarmos quando devíamos sentir.
(J. Collins)


De facto esta afirmação produz muito daquilo que somos e daquilo que podemos chamar de destino temporário. Se a razão se alia-se sempre a lógica teria-mos a combinação perfeita nas nossas vidas, onde se transpunha um mundo colorido em que tudo era perfeito..demais! onde a vida pareceria uma fonte inesgotável de felicidade, onde parava a harmonia e o inacabado desejo de caminhar, caminhar até não aguentar mais.

Porém, devemos usar todo o nosso sentido de realismo para não cair no erro de achar que a vida é um brilhante conto de fadas em que tudo é perfeito e jamais existe a dor,a cobiça, a inveja, bem como muito mais traços negativos de personalidade que percorrem nas pessoas.
Existe uma infindável conjectura de sentimentos que nós fazem sair do mundo real e ultrapassar barreiras entrando num mundo completamente alienado de todo o resto e, porventura devemos prosseguir esse caminho, não descuidando, pois claro, a sensação de realismo que devemos ter, porque a vida é como uma bolha de ar que flutua levemente passeando as belezas do mundo mas que ao menor descuido arrebenta. Devemos viver a vida de uma maneira livre e espontânea, como um pássaro livre que voa sem fim, pois está certo e provado que a mínima chance e o destino não perdoa e poderá ser..como uma estrada sem fim.


1 comentário:

  1. A estrada é a tua vida, escolhes aquela que queres seguir. Não há linhas rectas infinitas mas sim um conjunto de curvas e contra-curvas que te moldam, que te ensinam a virar melhor na próximo curva que aparecer e a arriscar um pouco mais de velocidade nas rectas. Depois, vêm os desafios... as descidas, as subidas, as descidas e, a com elas a descoberta de qual a melhor maneira de voltar ao equilíbrio, esse agridoce equilíbrio. Faltam os atalhos. As inversões de marcha e até algumas marchas-a-trás. Com a certeza que um caminho, o teu, o meu, o de todos nós, só é feito uma única vez. Uma única vez... Cada kilómetro, cada paisagem, cada experiencia fazem de ti, de mim, de todos nós o que somos hoje. Estamos dispostos a viajar, temos de o fazer porque a vida assim como as estradas é demasiado curta e limitada.

    =)

    Ahh!! Gostei da bolha de ar flutuante =P

    Beijinhooo***

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