Metade dos nossos erros na vida nascem do facto de sentirmos quando devíamos pensar e pensarmos quando devíamos sentir. (J. Collins)
De facto esta afirmação produz muito daquilo que somos e daquilo que podemos chamar de destino temporário. Se a razão se alia-se sempre a lógica teria-mos a combinação perfeita nas nossas vidas, onde se transpunha um mundo colorido em que tudo era perfeito..demais! onde a vida pareceria uma fonte inesgotável de felicidade, onde parava a harmonia e o inacabado desejo de caminhar, caminhar até não aguentar mais.
Porém, devemos usar todo o nosso sentido de realismo para não cair no erro de achar que a vida é um brilhante conto de fadas em que tudo é perfeito e jamais existe a dor,a cobiça, a inveja, bem como muito mais traços negativos de personalidade que percorrem nas pessoas.
Existe uma infindável conjectura de sentimentos que nós fazem sair do mundo real e ultrapassar barreiras entrando num mundo completamente alienado de todo o resto e, porventura devemos prosseguir esse caminho, não descuidando, pois claro, a sensação de realismo que devemos ter, porque a vida é como uma bolha de ar que flutua levemente passeando as belezas do mundo mas que ao menor descuido arrebenta. Devemos viver a vida de uma maneira livre e espontânea, como um pássaro livre que voa sem fim, pois está certo e provado que a mínima chance e o destino não perdoa e poderá ser..como uma estrada sem fim.